É o grito da moda, o verbo “ficar” entrou na vida dos adolescentes e porque não de muitos quarentões também.
Sexo por sexo, pelo prazer de alguns minutos sem obrigação, sem ternura, sem paixão. Muitas mulheres cedem, pensando conquistar o parceiro, os homens aproveitam esta carência para uma noite apenas e depois nem muito obrigado, a despedida é “te ligo depois”. Se liga, nunca mais!.
E na pressa de correr para a cama, as pessoas deixaram de se conhecer, de falar, namorar, muitas vezes o homem, humano, como nós, com preocupações, problemas, falha, escândalo, medo, frustração, vergonha para ele, que aprendeu a ser macho não gente, a mulher por sua vez se sente menos mulher, se culpa, os dois não entendem que faltou tempo, diálogo, conhecimento antes de cumprirem o ritual do sexo fazendo tudo como se fosse apenas uma obrigação, um teatro como atores, robôs da vida, afinal são um homem e uma mulher, saíram juntos resultado, dois mais dois : quarto.
Estar ao lado de alguém, amar este alguém não significa que apenas o sexo vai mostrar este amor, estar junto é compartilhar, abrir o coração, confiar coisas bem íntimas, tão íntimas que não contamos nem ao nosso travesseiro, estar junto é passear de mãos dadas, curtir o por-do-sol, ver um filme comendo pipoca, caminhar lado a lado, sem medo, acreditar que amanhã vai trazer mais união, ternura e paz, é lutar pelos mesmos ideais, é emprestar o ombro, abrir os braços, chorar sem ter vergonha, dizer que “não está bem”, certo de que o outro vai compreender e não cobrar, não insistir, saber calar e ouvir, dividir o mesmo sorvete, comer da mesmo fruta.
É lógico que o sexo complementa um relacionamento, complementa mas não é tudo, é quase tudo num infinito onde o respeito, a confiança, a amizade, a dignidade, o diálogo deve e tem que existir.
Sexo por sexo não vai muito além da cama, e muitas vezes ao terminar, ambos sem ter o que falar são bem capazes de perguntar: como é seu nome mesmo?
Eu posso estar errada, ser uma tola romântica perdida no século 21, porém quero amor, quero antes, durante, depois e principalmente quero alguém especial que veja através destas linhas que amar é muito mais do que apenas fazer sexo, que estou aqui de braços abertos, esperando por ele,vamos namorar,vamos ser moleques e curtir o primeiro beijo no escurinho do cinema, , venha sem medo, sem dúvidas, sem como nem porquês, apenas venha, vamos ,quero te fazer feliz,vc que existe e ainda não tem rosto mas no fundo tambem espera uma namorada ,o que tiver que ser vai acontecer sem pressa .....
Escrito por Ângela Carvalho, segundo ela "jornalista, cronista, esperando um namorado com direito a passear de mãos dadas no calçadão".
Podia ser uma Péssima, ela...
Todo dia morre um amor
Todo dia morre um amor. Quase nunca percebemos... Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente a televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrimas nos lábios. Morre depois de um telefonema (cada vez mais espaçados), cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição. Todo dia morre um amor... Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós românticos (mais na teoria que na prática) relutemos em admitir. Porque nada é mais doloroso do que constatação de um fracasso, de saber que mais uma vez um amor morreu. Porque por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem...
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a força do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinados um dia. Há aqueles como Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão, Outros confessam sua culpa em altos e brados e fazem de pinico os ouvidos dos infelizes garçons. Há aqueles que negam com veemência a participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de crimosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como" O Amor inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal do tipo "A Paixão tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos. São amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir a base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da quarta série, ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Não, isso não é amor. Amor vivido só da cabeça pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da "sociedade", das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos , cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnios, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido... a não ser como lendas.
Autor desconhecido. (azar, sou fã dele)
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a força do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinados um dia. Há aqueles como Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão, Outros confessam sua culpa em altos e brados e fazem de pinico os ouvidos dos infelizes garçons. Há aqueles que negam com veemência a participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de crimosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como" O Amor inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal do tipo "A Paixão tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos. São amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir a base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da quarta série, ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Não, isso não é amor. Amor vivido só da cabeça pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da "sociedade", das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos , cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnios, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido... a não ser como lendas.
Autor desconhecido. (azar, sou fã dele)
Tô de saco cheio
Tô de saco cheio...
Eu sei que tenho amigos legais.
Eu sei que tenho as péssimas.
Eu sei que embora minha família tenha problemas (como todas as famílias têm), as pessoas gostam de mim. Me amam, vai.
Mas eu não aguento mais a solidão.
Eu sinto falta de beijo na boca.
Eu sinto falta de abraço.
Eu sinto falta das conversas jogadas fora. São uma delícia.
Eu sei também que esse texto é tão óbvio que seja meu, mas tô de saco cheio de ser eu e de saco cheio da minha vida.
Eu vivo me matando.
Me mato cada dia um pouco mais.
Morro um pouco por dia.
Tô de saco cheio de morrer.
Eu sei que tenho tudo pra estar feliz.
Eu sei que tenho tudo o que quero e que todos meus sonhos são atingíveis.
Mas tô de saco cheio de esperar.
Não aguento mais ouvir as pessoas reclamando pra alcançar o que está exatamente na frente delas.
Saco cheio... cheio... minha paciência tem transbordado.
Coração só apanha, só apanha. Cansei disso... não bate. SÓ APANHA.
Já joguei meus princípios corredeira abaixo.
Quero mesmo que o mundo se exploda. Exploda também tudo o que está pensando sobre mim. Sim, to revoltada, nem por isso vou beber, minhas mágoas usam bóias. Não vou me atirar pela janela, eu ficaria trancada nas grades e morreria de vergonha dos bombeiros. Não vou colocar uma corda no pescoço porque nunca gostei de coleira. Não estouro meus miolos porque se tem alguma coisa na vida que devo ser grata, é por esses miolos.
Mas tô de saco cheio. E na boa, nem um pouco a fim de ganhar conselhos. Se conselho fosse bom, as pessoas venderiam, certamente.
E outra, se não for pra acrescentar, nem se aproxime. Tô de saco cheio de pessoas vazias.
Eu sei que tenho amigos legais.
Eu sei que tenho as péssimas.
Eu sei que embora minha família tenha problemas (como todas as famílias têm), as pessoas gostam de mim. Me amam, vai.
Mas eu não aguento mais a solidão.
Eu sinto falta de beijo na boca.
Eu sinto falta de abraço.
Eu sinto falta das conversas jogadas fora. São uma delícia.
Eu sei também que esse texto é tão óbvio que seja meu, mas tô de saco cheio de ser eu e de saco cheio da minha vida.
Eu vivo me matando.
Me mato cada dia um pouco mais.
Morro um pouco por dia.
Tô de saco cheio de morrer.
Eu sei que tenho tudo pra estar feliz.
Eu sei que tenho tudo o que quero e que todos meus sonhos são atingíveis.
Mas tô de saco cheio de esperar.
Não aguento mais ouvir as pessoas reclamando pra alcançar o que está exatamente na frente delas.
Saco cheio... cheio... minha paciência tem transbordado.
Coração só apanha, só apanha. Cansei disso... não bate. SÓ APANHA.
Já joguei meus princípios corredeira abaixo.
Quero mesmo que o mundo se exploda. Exploda também tudo o que está pensando sobre mim. Sim, to revoltada, nem por isso vou beber, minhas mágoas usam bóias. Não vou me atirar pela janela, eu ficaria trancada nas grades e morreria de vergonha dos bombeiros. Não vou colocar uma corda no pescoço porque nunca gostei de coleira. Não estouro meus miolos porque se tem alguma coisa na vida que devo ser grata, é por esses miolos.
Mas tô de saco cheio. E na boa, nem um pouco a fim de ganhar conselhos. Se conselho fosse bom, as pessoas venderiam, certamente.
E outra, se não for pra acrescentar, nem se aproxime. Tô de saco cheio de pessoas vazias.
Conheça melhor a Dê
Digite a data do seu nascimento no formato dia/mes/ano 18/11/1987
Você nasceu Quarta
Sua idade: 21 anos
Você já viveu 7747 dias
Já dormiu em média 2582 dias
O seu coração já bateu em média 892454400 vezes
Seu signo: Escorpião
Planeta regente: Plutão
Seu anjo protetor: Azrael
Sua cor mais favorável: vermelho
Seu metal protetor: ferro
Sua pedra protetora: topázio
Perfume que deve usar: hortelã ou pinho
Seu dia mais favorável: terça
Sua maior virtude: fortaleza
Seu vício: intransigência
Sentido mais aguçado: gustação
Seu tipo de inteligência: profundo
Sua maneira de amar: misterioso absorvente
Seu caráter: reservado
Sua planta símbolo: espada de São Jorge
O seu número da sorte: 9
Deve repetir sempre: Eu domino
Você nasceu Quarta
Sua idade: 21 anos
Você já viveu 7747 dias
Já dormiu em média 2582 dias
O seu coração já bateu em média 892454400 vezes
Seu signo: Escorpião
Planeta regente: Plutão
Seu anjo protetor: Azrael
Sua cor mais favorável: vermelho
Seu metal protetor: ferro
Sua pedra protetora: topázio
Perfume que deve usar: hortelã ou pinho
Seu dia mais favorável: terça
Sua maior virtude: fortaleza
Seu vício: intransigência
Sentido mais aguçado: gustação
Seu tipo de inteligência: profundo
Sua maneira de amar: misterioso absorvente
Seu caráter: reservado
Sua planta símbolo: espada de São Jorge
O seu número da sorte: 9
Deve repetir sempre: Eu domino
Conheça melhor a Tônia
Digite a data do seu nascimento no formato dia/mes/ano 14/08/1987
Você nasceu Sexta
Sua idade: 21 anos
Você já viveu 7843 dias
Já dormiu em média 2614 dias
O seu coração já bateu em média 903513600 vezes
Seu signo: Leão
Planeta regente: Sol
Seu anjo protetor: Miguel
Sua cor mais favorável: alaranjado
Seu metal protetor: ouro
Sua pedra protetora: diamante
Perfume que deve usar: heliotrópio ou hortelã
Seu dia mais favorável: domingo
Sua maior virtude: fé
Seu vício: vaidade
Sentido mais aguçado: olfação
Seu tipo de inteligência: rápida plena
Sua maneira de amar: demostrativo
Seu caráter: apaixonado colérico
Sua planta símbolo: loureiro
O seu número da sorte: 1
Deve repetir sempre: Eu sou
Você nasceu Sexta
Sua idade: 21 anos
Você já viveu 7843 dias
Já dormiu em média 2614 dias
O seu coração já bateu em média 903513600 vezes
Seu signo: Leão
Planeta regente: Sol
Seu anjo protetor: Miguel
Sua cor mais favorável: alaranjado
Seu metal protetor: ouro
Sua pedra protetora: diamante
Perfume que deve usar: heliotrópio ou hortelã
Seu dia mais favorável: domingo
Sua maior virtude: fé
Seu vício: vaidade
Sentido mais aguçado: olfação
Seu tipo de inteligência: rápida plena
Sua maneira de amar: demostrativo
Seu caráter: apaixonado colérico
Sua planta símbolo: loureiro
O seu número da sorte: 1
Deve repetir sempre: Eu sou
♫♫ Oh Lord, won't you buy me a night on the town ? ♪♫

Eu amo a Ana porque tenho amor próprio... Acho que tudo o que penso sobre ela, já foi dito e é de conhecimento de todos que conhecem a gente.
Acontece que hoje ela está de aniversário e não sei traduzir em palavras tudo de bom que desejo pra ela e o quanto eu quero que ela seja feliz.
Aninha, posso te dizer que nesse ano e meio que te conheço, mesmo que virtualmente, tive momentos ilários que dividi contigo e que com toda a certeza do mundo eu não vou esquecer.
Não esquecerei o quanto quebramos a cabeça com o Mabu, as idéias para o nome do Me dá um desconto, a raiva que sentimos do Thadeu, os momentos MIMO, a oração ao Mestre Borba que não sabíamos como era a original para fazer as adaptações, o suco de 'lisnão', os nomes esquesitos que caíam em nossas mãos, a ansiedade pra gente se conhecer pessoalmente, histórias como a do zói, os sentimentos que temos ao mesmo tempo por motivos diferentes, nossas vidas paralelas quase idênticas, enfim, nunca esquecerei o quanto você faz eu ser eu mesma.
São tantas emoções (saiiiiiii Roberto Carlos).
Com licença, mas vim aqui só pra dizer que eu te amo e pra desejar, do fundo do meu coração, um feliz aniversário, um feliz dia e uma feliz nova idade.
♥
Adoro cantar rap! RAP BÃRTDEI TU IÚ!
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça!
Essa é a Mariposa Technicolor, a criatura mais amada de todo mundo, quiçá do RS!
Amo à distância, amo de perto, amo a profissional, a jornalista, a fotógrafa, a modelo dela mesma, a menina e a mulher. Amo a força, a determinação, o talento, a coragem e o cabelo vermelho.
Dê, parabéns, que o universo traga toda a felicidade que tem pra te oferecer!
Comemora, é o teu ano novo!!!
AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
\o////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
Com licença a todos.Eu só queria 'homenagear' as amizades verdadeiras que resistem ao tempo.
Eu e a Lela (essa da foto) somos amigas desde que nos conhecemos por gente. Falta a Lelly, nossa outra parte do triângulo. Uma sem a outra nao somos nada, ou somos muito pouco. A gente é bastante diferente. Elas adoram pagode, sempre fui do rock. A Lela se emburra fácil, eu me irrito fácil a Lely se indigna fácil. 2 gremistas contra 1 colorada. Nossas famílias se conhecem. Sabem bem quem somos. Confiam tanto na gente quanto nós uma na outra.
Eu sinto falta delas. A Lely tá morando em Santa Maria, estudando horrores pra vestibular. A Lela trabalhando, tá se mudando esse final de semana pra outra cidade, aqui pertinho, mas se já era difícil de nos vermos morando há 2km uma da outra, imagine 10km.
Enfim, cada uma fazendo sua vida e sua história. Eu amo elas demais. É aquela coisa de mesmo longe, estamos juntas. Vira e mexe e uma corre pra outra pra pedir socorro, pra dividir algum acontecimento.
Por isso eu peço, a todos vocês que também são meus amigos, não me deixem desacreditar nas coisas, não me deixem desacreditar na amizade verdadeira, não me deixem desacreditar nas pessoas e acima de tudo, não me deixem.
Dane-se o mundo

Me desculpem a cara de choro. Me desculpem a foto de má qualidade. Lamento por isso, mas eu quero expressar exatamente o que sinto.
Tenho feito bastante coisa nesses últimos dias, mas parece que não fiz nada além de chorar e esconder as lágrimas. Estou triste, triste e triste. Eu não aguento mais rir com vontade de chorar, abafar o som da respiração agitada. Estou triste e só.
Eu sou falsa, eu demonstro estar feliz, dou ânimo para as pessoas ficarem alegre a ponto de ouvir numa entrevista: tu é a pessoa mais engraçada que conheci. Mas o coraçãozinho dói. Essa porcaria de coraçãozinho está em frangalhos e reclama.
Eu me sinto só. Eu tenho visto paredes e livros o tempo todo. To me anojando de computador, essa coisa que me proporciona muitas alegrias ao conversar com as pessoas que adoro e moram longe, mas que me distanciam de quem está perto. Meu primeiro bom dia vem via MSN e normalmente é da minha mãe, que mora na mesma casa que eu. É bem verdade que eu mesma tenho me afastado das minhas colegas, mas não sinto amizade verdadeira na maioria delas e isso me deixa mal.Meus primos tão sempre na correria, só recebo algum scrap de vez enquanto. sexta, sábado, domingo, segunda... to na frente dessa coisa aqui.
Não levem pro lado pessoal, mas computador não tem cheiro, não tem gosto, não tem sentimentos. Computador é frio e não me abraça. Computador não me dá colo e muito menos enxuga minhas lágrimas. Paredes e livros, embora me deixam segura, também são frios.
E eu não culpo ninguém, tenho sido uma péssima companhia. Eu quero sair de casa, caminhar sem rumo, tomar um sorvete, ver vitrines, rir do povo que passa e não me percebe, mas até meu mp4 já enjoou dos meus ouvidos...
Me entristece... me sinto sozinha... e choro. Eu tenho vergonha de chorar. Eu tinha vergonha da tristeza.
Eu só quero mudar.
Tenho feito bastante coisa nesses últimos dias, mas parece que não fiz nada além de chorar e esconder as lágrimas. Estou triste, triste e triste. Eu não aguento mais rir com vontade de chorar, abafar o som da respiração agitada. Estou triste e só.
Eu sou falsa, eu demonstro estar feliz, dou ânimo para as pessoas ficarem alegre a ponto de ouvir numa entrevista: tu é a pessoa mais engraçada que conheci. Mas o coraçãozinho dói. Essa porcaria de coraçãozinho está em frangalhos e reclama.
Eu me sinto só. Eu tenho visto paredes e livros o tempo todo. To me anojando de computador, essa coisa que me proporciona muitas alegrias ao conversar com as pessoas que adoro e moram longe, mas que me distanciam de quem está perto. Meu primeiro bom dia vem via MSN e normalmente é da minha mãe, que mora na mesma casa que eu. É bem verdade que eu mesma tenho me afastado das minhas colegas, mas não sinto amizade verdadeira na maioria delas e isso me deixa mal.Meus primos tão sempre na correria, só recebo algum scrap de vez enquanto. sexta, sábado, domingo, segunda... to na frente dessa coisa aqui.
Não levem pro lado pessoal, mas computador não tem cheiro, não tem gosto, não tem sentimentos. Computador é frio e não me abraça. Computador não me dá colo e muito menos enxuga minhas lágrimas. Paredes e livros, embora me deixam segura, também são frios.
E eu não culpo ninguém, tenho sido uma péssima companhia. Eu quero sair de casa, caminhar sem rumo, tomar um sorvete, ver vitrines, rir do povo que passa e não me percebe, mas até meu mp4 já enjoou dos meus ouvidos...
Me entristece... me sinto sozinha... e choro. Eu tenho vergonha de chorar. Eu tinha vergonha da tristeza.
Eu só quero mudar.
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