Renuncio meu direito de ficar calada

Caraleo, com licença, mas eu preciso desabafar:

Eu to de cara!!

Não somente pelo fato em si, mas pela falta de consideração com o amigo. Alguém que deu sangue e suor para o barco não virar. Alguém que recusou propostas por simples amor à camiseta do seu time, ser simplesmente colocado no paredão e banido, como se simplesmente não existisse. Onde está a justiça nisso tudo?

Venho por meio desta (obrigada curso de Direito), prestar a minha solidariedade ao amigo que tanto estimo. Mais que amiga, sou uma fã incondicional, que aprendeu e ainda aprende muito com essa pessoa maravilhosa que conheci. Agradeço muito o dia em que você surgiu na minha vida.

Eu não consigo aceitar injustiça quieta, mas não sei o que fazer também. Tomo sim suas dores, embora você insista que está tudo bem. Não consigo aceitar a falta de consideração que tiveram contigo colocando tantos alegrias que tu nos deu, assim, no lixo, como se nada estivesse acontecendo.

Não sei o que acontece 'nos bastidores' desse mundo em que você vive, mas os motivos apresentados para mim, foram nada convincentes. Sentimos muito a sua falta, as coisas sem você não é mais a mesma, simplesmente porque deixou de ser verdadeira. Não sou trouxa, não nasci para ser enganada por mídias baratas e pela busca incessante do capital.

Mas continuaremos sempre firmes e fortes...

Somos Péssimos, muito antes de ser "do Cafezinho".

Robinho neles!

Ontem à noite tive um deja vu (oi Fábio!) assustador.
O Robinho, agora jogador do Machester City, chegou à concentração da selecinha do Dunga atrasado e trouxe consigo um reforço: Dudu Nobre. O pagode correu solto a tarde toda, quando eles deveriam treinar.
Sabe o que me lembrou? Olimpíada de Pequim, selecinha chegando pra jogar contra a Argentina. Desceram do ônibus ainda com os pandeiros e repiques nas mãos, “deixa a vida me levar, vida leva eu”.
Dá pra esses merdas levarem um pouco mais a sério uma das poucas diversões gratuitas que o povo ainda tem?

"deixa eu te abraçar, não sei quando te vejo de novo"


(serei totalmente egoísta neste post)

Dizem algumas crenças que voltamos várias vezes (aliteração detected) a este mundo para aperfeiçoar nossa alma.

No meu caso, alguma coisa saiu errada, acho. Eu voltei sem ter morrido!

Quando conheci a Tônia achei que ela era meu alter ego, mas pra isso existe a Tapada de Nojo. Depois, fui achando que era só identificação, somos amigas e só as semelhanças vinham aparecendo, devia ser impressão e só.

Mas depois da festa da rádio eu comecei a me assustar com as coisas. O Dani Iserhard e o Fábio Petry tiveram a certeza de que sua audição é estéreo, porque eles escutavam exatamente as mesmas coisas ao mesmo tempo, só que a gente (a Toti e eu) nem tinha ensaiado nada!

Agora o tempo vai passando, as situações acontecem no mesmo dia, as frases vêm no MSN ao mesmo tempo, uma responde a pergunta da outra sem que ela tenha perguntado – mas pensou em perguntar – até o ápice, na sexta-feira passada: rasgamos nossas calças preferidas. A Toti ao tirar do varal, eu ao descer do ônibus.

Fora a bota preta peludinha que nos derrubou, os cachorros que mais parecem cópias caninas de nós mesmas, a família indescritível, os amigos que amamos.

Hoje a Toti ta de aniversário e eu me senti com 32 anos. Ta, parei.

O mais legal de tudo é que, conhecendo a Tônia, eu to conseguindo resgatar quem eu era. Lembrei da leveza com que eu sempre encarei a vida, tirei as nuvens acinzentadas que vinham me rondando, resgatei minhas roupas pretas – eu tinha esquecido que sempre tive um estilo específico pra me vestir -, voltei a ser uma peFFoa feliz.

Toti, sei que deveria te dizer “parabéns, muitas felicidades, sorte, oportunidades, força e tudo mais que vida puder te trazer de bom”, mas disso tudo tu já sabe.

Eu preciso é te agradecer por ser quem tu é e por ter resgatado quem eu sou.

Lilás, queria também te deixar de “sobreaviso”: cuidado pra não fazer as mesmas merdas que eu, de repente não tem uma guriazinha de 11 anos pra ser a outra de nós!

Te amo, me amo, sei lá, me perdi!

Quando eu crescer...

Adoro quando encontro pessoas que escrevem o que eu queria ter dito mas ainda não tenho capacidade. Ainda, pois quando eu crescer, quero ser a Lya Luft!!

Cancao das Mulheres - Lya Luft


Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não saia batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos por que estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem, que o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo mais um pouco – em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo “Olha que estou tendo muita paciência com você”.
Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: “Mas que chateação essa sua mania, volta pra cama!”.
Que se eu peço um segundo drinque no restaurante o outro não comente logo: “Poxa, mais um?”.
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro – filho, amigo, amante, marido – não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa – uma mulher.

Mazá semana de EMOções fortes!!

Na real tudo começou no sábado, niver da minha tia, família reunida, muitas lembranças do meu paizão.
Domingo chego em casa e recebo a notícia que um amigaaaaaaaaço meu foi-se dessa pra uma muito melhor. Acidente de carro, ficou preso nas ferragens, quebrou todos os ossos que vocês possam imaginar. Mega triste, quem quiser saber mais tem um texto no meu blog, não consigo mais falar sobre ele...
Aí ontem à noite to eu bem bela esperando começar o Pantanal – a gente nunca sabe o horário – e fiquei assistindo o Jornal do SBT. Eis que começam a falar “medicina descobre a cura para doença que leva à cegueira”. Juro, comecei a tremer, até meu cabelo tremia, e o Jason tava no banho... ninguém pra esperar a matéria comigo!!!
O comercial demorou horas pra acabar. Quando começou a matéria sobre a tal descoberta, eu ficava “fala! Fala!” até que o abençoado falou “retinite pigmentosa”. Eu queria chorar, chamar o Jason, ligar pra mãe, pras péssimas, queria gritar, mas mal conseguia respirar por medo de perder alguma informação.
Seguinte: os ingleses, essas peFFoas que tanto gostam de fazer pesquisas, descobriram qual é o gen defeituoso que traz a porra da retinite, retinose, enfim, dessa porcaria que me impede de ver o cabelo novo da Dê. Aí descobriram que, injetando um coquetel inócuo de uns vírus aí, a retina ressuscita (é assim que escreve, Toti?). Primeiro a diaba para de morrer, depois volta a funcionar, até que a peFFoa volta a enxergar como deve!!!
E o que me deixou ainda (se é possível) mais animada e ansiosa: a USP vai começar a fazer testes em humanos no ano que vem!!!!

FELIZZZZZZZZZZZZZZZZ!!

ura uura cada um com a sua loucura

Eu venci a fadiga e resolvi postar o texto aqui também:
Sei que esse texto deveria ser publicado no blog das Péssimas e não no Mikail, mas já que comecei aqui vou terminar também (a preguiça me permite).
Diariamente faço visitas à blogs dos meus amigos a título de informação e também de prestígio, afinal, sou fã deles. Entao visitando o blog da Dê, fiz um linkin park e fui até o flickr dela.
Loucura.
As Péssimas (Ana, Laura, Tônia, Dê, Cá) surgiram por afinidades, mas cada uma tem uma loucura peculiar.
Atualmente a Dê esta fissurada com suas fotos, e diga-se de passagem, faz elas muito bem. Adoro a percepção que ela tem pra capturar imagens, e mesmo nas fotos que ela esculhamba, ela faz muito bem. Dá uma pOOta inveja que quando eu tento fazer igual, não sai nem parecido. Bom, pelo menos eu entendi que cada um tem seu lugar e os seus talentos. Fotografia não é pra mim.
A Ana hoje trabalhando na redação de uma revista. Quem diria! A Ana é uma louca na escrita. Escreve textos pra coluna (aliás, parabéns pelo 1 aninho de vcnafoto), e para os trocentos blogs dela com rapidez... ODEIO a rapidez dela e a perfeição com o português. (Ana, tu sabe q o nosso odeio é de inveja boa). A loucura dela é que a cada idéia que surge eu tenho que ouvir (ler) 'lá vou eu fazer uma conta nova no gmail kkkkkkkk'.
A Cá hoje é mãe. Tá, eu sei que o Bernardo nem nasceu ainda, mas a loucura da Cá esta exatamente nisso. Ela quer sair correndo (antes de ser amiga dela ja chamava ela de Myratonista). Não vê a hora de poder voltar aos exercícios físicos, à correria do trabalho, e mesmo que canse ela é uma compulsiva pra crescer profissionalmente. Queria ter essa garra. (Tônia, cada um na sua, lembra???)
A LaurEnha deu um baile de coragem em todas nós. Tudo bem, é uma louca, mas é uma louca que quer muito mudar de vida e até mudar o mundo e mesmo assim continuar sendo essa pessoa tão maravilhosa que ela é. Sempre enfrentando desafios de uma vida tão louca quanto ela. A insanidade da LaurEnha e a falta de acomodação, se não ta bom 'com licença mundo, mas não gostei disso e vou mudar'. Ah se fosse eu. (Tônia, tu não aprendeu??)
Agora eu... eu ando compulsiva por livros, mas não sou a melhor leitora do mundo. Ainda não descobri o que me faz ser eu mesma. Não descobri algum talento peculiar que me faça ser espelho de alguém. Não to reclamando, beeeeem pelo contrário, to muito bem assim e ter tanta gente boa em volta me faz me sentir bem.
Acima de qualquer coisa, eu tenho uma coisa que poucas pessoas tem: sorte. Eu tenho sorte de ter tanta pessoa legal ao meu lado (mesmo que longe).
Não vou citar nomes pra evitar o fato de esquecer algum nome, que tratando-se de mim é bem provável, e não ser injusta.

"Visitinha de Médico..."


Pouts.....
Tempão que eu não posto, aqui.
Tempo... ahhhh, o tempo! ...”tempo, tempo, tempo, mano velho...”

Minha vida mudou tanto do ano passado para cá, mais especificadamente, de outubro para cá.... Conheci o Fábio, me apaixonei, resolvemos nos casar, soube em Dezembro que estava grávida, casei em março, mudei de cidade e estado também em março, terei um filho, agora, em agosto. Em suma, este é o resumo da ópera...rerere......e que ópera!

Em meio a cada situação de mudança, aí da frase acima, uma história de sentimentos diferentes.

Posso hoje, concluir, que o ano de 2007 foi especialmente atípico. Corria muito atrás de uma nova oportunidade profissional fora da minha região, foram dezenas de entrevistas (e como eu me cansava disto)... foram hooooras de net, em busca de alguma oportunidade de intercâmbio interessante.. e, quando menos esperei uma pessoa maravilhosa entrou na minha vida, me fazendo mudar o rumo de toda esta “procura”.

Mas pasmem, por mais que eu estivesse encantada com a paixão, feliz (de certa forma) com o rumo que minha vida havia tomado, o medo e talvez o receio andassem juntos com toda aquela “mudança”, o que é absolutamente normal, eu sei. Fácil na teoria, mas bem difícil na prática.

O medo do novo. Um novo companheiro, uma nova “família”, um novo estado, uma nova cidade, um filho. Isso sem comentar sobre um “novo” corpo! Sim, sou mulher e não poderia ser diferente. Mudar de imagem mexeu demais comigo, principalmente no início da gravidez. Imaturidade? Talvez......
Odiei enjoar, odiei não praticar meus esportes, odiei não tomar minha cervejinha no final de semana. Não sou hipócrita ao ponto de chegar aqui e escrever só maravilhas sobre o novo reino encantado cor-de-rosa da My.
Largar meu emprego me deixou triste...viver longe da minha família e dos meus amigos me deixou triste...engordar me deixou triste...

Hoje, depois de alguns meses de adaptação, a tristeza começa a desaparecer. Acho que a gente acostuma... o cérebro dá um jeito de fazer com que tudo isso se torne uma “coisa positiva”.....tipo o clichê: o que não tem remédio, remediado está”.

E, além disso, tive a sorte de encontrar uma pessoa fantástica como o Fábio. Ele sempre me elogia, diz que continuo linda, diz que sou a mulher da vida dele, diz que está maravilhado com o rumo que a sua vida tomou! É bom ouvir isso, sabe?
Eu sei que para ele todas estas mudanças também não foram fáceis. Um homem independente como ele, livre, cheio de amigos e com uma família incrível, de uma hora para outra assumir responsabilidades reais e “pesadas” como a de sustentar (mesmo que temporariamente) uma família, sozinho. Sim, porque agora, somos uma família: Ele, eu e Bernardo.
Agradeço todos os dias, por ter encontrado uma pessoa como ele. Coisa rara atualmente.

Ahhhh e a saudade do contato diário com minhas amygas Péssimas! Como sinto saudades! Família tira tempo...hahaha.....(ó o tempo aí de novo!).
Saudades de “chatear” com a galera na comunidade do Cafezinho, saudades de não depender do link da rádiA..........

Saudades ou talvez, nostalgia?! Não sei.
O que eu sei mesmo é que com todos estes sentimentos doídos, estou feliz, radiante com a possibilidade de ser mãe e ter a minha família, e também que com toda esta distância estou feliz por saber que amigos, são sempre amigos, não importa a distância física e virtual existente.

Bom, esta foi uma visitinha de médico (rerere).....ahhhh o tempo! Volto aqui, sempre que possível, mas com certeza, volto para contar como é a experiência de parir meu filho!!!!

Gurias, AMO vocês!
Saudades, saudades, saudades!!

Oraçã pro Mestre!!

Mauro Borba que estais na PopRock
Santificados sejam os vossos gomos
Vem às péssimas um contrato
Realiza essa nossa vontade
De trabalhar na rádio que é o céu.
Cafezinho nosso de todos os dias faça sempre
perdoai-nos os torpedos assim como nós

perdoamos os que não tem lido.
e não nos deixei cair na migração
livrai-nos do malaMan!!

(Porque até as Péssimas têm medo do MalaMan!)
Chefe, que o universo conspire para que tenhas todas as oportunidades, alegrias, amigos, saúde e, claro, força pra passar pelas dificuldades.
Parabéns!!

♫Saudade palavra triste,quando se perde um grão de arroz ♫


Em menos de 1 ano tanta, mas tanta coisa mudou e mesmo assim sinto a amizade das péssimas cada vez mais forte.

Por mais que a gente esteja cada dia mantendo menos contato devido aos afazeres de cada uma, sempre estamos procurando saber o que acontece e fazer o máximo para ajudar.

Acredito que nossa amizade é para uma vida inteira, e talvez além dela (pra quem acredita). Opinião própria: eu acho injusto demais uma vida só pra esse sentimento que tenho por todas. Numa vida só não cabe.

Hoje eu entendo perfeitamente o significado de Péssimas. A gente é o que é e acima de tudo a sinceridade nos carrega. Somos 5 pessoas com idéias, opiniões e vidas diferentes, nem sempre, mas são diferentes. Cada uma com suas peculiaridades, mas nunca precisamos nem quisemos esconder nossos defeitos e frustrações. Se a gente não gosta, a gente fala, pronto, não é mais fácil???

Para a maioria das pessoas, não.

O legal de tudo isso e o que mais nos une é exatamente a gente essa coisa de 'dar a cara à tapa'.

E por todas as nossas virtudes e por todas as nossas imperfeições é que eu AMO todas.

Sinto uma saudade gigantesca de conversar, incomodar, rir e chorar com vocês.

Sinto saudade das histórias da LaurEnha.

Sinto saudades das bobagens com a Cá em plena madrugada de sábado.

Sinto saudade das idéias malucas da Dê.

Sinto saudades até dos mau-humores engraçadérrimos da Ana pela manhã.


Ahhhhhhh guriasssssssss... eu amo vocês.

A gente já chegou à conclusão do porquê moramos longe uma da outra, mas vocês fazem faaaaaalta.


Gurias... mega-monster saudade de vocês.

Poxa, está muito difícil conseguir um horário em que dê para reunir todo mundo..
me dói o coração não conseguir responder à Ana, dar notícias para a My, saber como vai a LAurEnha..pentelhar a Toti..
ai ai....


To fazndo umas fotinhos, quando sobra tempo..
Espero que gostem!!!